Cadernos/volume1

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responsável: Diego

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http://polignu.org/

CAPA

responsável: Diego

título

Caderno PoliGNU

subtítulo

Software e Cultura Livre

rodapé

volume 1


CONTRA CAPA

responsável: Diego

Autoria

(em ordem alfabética) Diego Rabatone Oliveira Haydée Svab Jéssica Loura Alves Leonardo Alexandre Ferreira Leite Moisés Medeiros de Oliveira Thiago Costa de Paiva

Licença

CC-BY-SA

Agradecimentos

Felipe Miguel Pait

Angela Teresa Buscema


PÁGINA 1

responsável: Jéssica

título

Bem rival e não rival

texto

"Se você tem uma maçã e eu tenho outra; e nós trocamos as maçãs, então cada um terá sua maçã.
Mas se você tem uma ideia e eu tenho outra, e nós as trocamos: então cada um terá duas ideias". George Bernard Shaw

Bem rival é um bem que não pode ser utilizado por várias pessoas simultaneamente. Analogamente, bem não rival é um bem que pode ser utilizado simultaneamente. Já o conceito de excludente se diferencia de rival e não rival, visto que um bem é denominado excludente quando sua utilização é passível de privação, isto é, se sua utilização pode ser impedida. Por conseguinte, um bem não excludente é um bem que não é passível de privação. Elaborando uma situação em que muitas pessoas estejam presentes e haja apenas uma maçã, ela será um bem rival, pois se alguém comer a maçã ninguém mais poderá comê-la. Neste caso, como a maçã não possui um dono, é também um exemplo de bem não excludente.

Já o software é um exemplo de bem não rival, uma vez que muitas pessoas podem usá-lo simultaneamente. No entanto nem todo software é um bem não excludente. Softwares privados são exemplos de bens excludentes, já que existe uma barreira para utilizá-los: a necessidade de pagar para obtê-los. Em contraste, softwares livres são exemplos de bem não-excludente, pois não existem barreiras financeiras para adquiri-los.

Maca.png

Fontes

PÁGINA 2

responsável: Jéssica

título

O que é Software Livre?

texto

Software livre é qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado e redistribuído sem restrições. O conceito de livre se opõe ao conceito de software restritivo, mas não ao software que é vendido almejando lucro (software comercial). A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e também deixar disponível o código fonte do programa.

  Diego: Adicionei o excerto abaixo do próprio site do projeto GNU  

"Software Livre" é uma questão de liberdade, não de preço. Para entender o conceito, você deve pensar em "liberdade de expressão", não em "cerveja grátis".

Gnu.png

Fontes

PÁGINA 3

responsável: Haydée

título

Quais são a 4 liberdades?

texto

Um software é considerado como livre quando atende aos quatro tipos de liberdade para os usuários do software definidas pela Free Software Foundation:

  • Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito;
  • Liberdade 1: A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades;
  • Liberdade 2: A liberdade de redistribuir cópias do programa de modo que você possa ajudar ao seu próximo;
  • Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa e distribuir estas modificações, de modo que toda a comunidade se beneficie.

Acesso ao código-fonte é um pré-requisito para as liberdades 1 e 3.   Léo: acesso ao código não é condição para 2. mesmo sendo proibido, fazemos isso com software proprietário  

Fontes

PÁGINA 4

responsável: Moisés

título

Cultura da colaboração

texto

"O conhecimento coletivo ocupa as nossas vidas cotidianas e é o que nos faz ser quem somos. É o conhecimento do qual não se pode definir uma autoria específica. Por exemplo, as receitas de culinária que são preparadas ou as formas como construímos as nossas casas são o resultado de misturas e contribuições de muitas pessoas, há muitos anos. Sendo assim, o conhecimento que as pessoas adquirem por experiências de vida e pelos anos de trabalho tem um grande valor, e nós estamos aprendendo a explicitar e compartilhar isso para colocar em prática, disseminar e dar outros sentidos." Lena Zúniga, 2007

Essa característica intrínseca das comunidades de software e cultura livres, a cultura de colaboração, é cada vez mais reconhecida como positivamente diferencial inclusive em empresas tradicionais de ramos.

"Um bom exemplo de Wikinomics é o que teve que fazer a Goldcorp, empresa canadense de mineração de ouro. Em certo momento, a empresa percebeu que suas reservas mineradoras estavam se esgotando e seu negócio acabaria. Rob McEwen, CEO da empresa, havia assistido no Massachusetts Institute of Technology (MIT) a uma palestra sobre como o Linux surgiu, é mantido e atualizado. Na indústria da mineração, informações geológicas são os segredos mais importantes, estratégicos e bem guardados de uma companhia. McEwen colocou todos os dados da companhia disponíveis no site da Goldcorp, e lançou um desafio para quem achasse os melhores métodos e as melhores reservas de ouro nas minas da empresa, oferecendo uma recompensa de US$ 575.000. Em algumas semanas, uma quantidade imensa de idéias foi submetida, vinda de estudantes, consultores, matemáticos e militares. Os ganhadores identificaram 110 possibilidades, 50% a mais do que os especialistas da própria companhia, alcançando a incrível quantia de 8 milhões de onças de ouro encontradas. A empresa passou de um valor de mercado de US$ 100 milhões para US$ 9 bilhões e estabeleceu uma das instalações mais inovadoras e lucrativas dessa indústria, ainda conservadora.", Wikinomics: How Mass Collaboration Changes Everything

Vale destacar, por fim, que um dos princípios fundamentais por trás da cultura de colaboração é que a soma dos esforços coletivos é maior que esforços individuais.

Fontes

PÁGINA 5

responsável: Moisés

título

Comunidade

texto

"Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: as pessoas se libertam em comunhão" Paulo Freire

Um dos principais pilares do software e da cultura livre é a organização comunitária. Em torno de cada software e segmento cultural livre cria-se todo um ecossistema comunitário, organizado por meio de fóruns, listas de email, wikis, issue trackers, blogs, IRC, etc, por vezes indo além do mundo virtual, com encontros periódicos - seja para debate técnico, seja para encontrar os novos amigos; congressos, seminários, conferências, muitos deles internacionais e com milhares de participantes.

Cada comunidade decide sua própria forma de organização, mas algumas características costumam ser recorrentes. A comunidade é soberana sobre si mesma. Isso quer dizer que nenhuma empresa ou pessoa decide em nome da comunidade ou passa por cima dela. Mesmo nos casos em que é criada uma entidade (ONG, OSCIP, Fundação, etc) para gerenciar recursos para a comunidade, diz-se que "A instituição vive para a comunidade e nunca o contrário". Um exemplo caro disso é o recente caso Oracle/OpenOffice.
Outra característica comum é a meritocracia. Os usuários são conhecidos e considerados, dentro das comunidades, de acordo com seu grau de colaboração para com a mesma. Quem contribui mais é mais respeitado e possui mais influência nos rumos e caminhos do projeto - mas sempre estando abaixo da própria comunidade.

É nas comunidades que se deve buscar ajuda, buscar informações de como colaborar, buscar profissionais capacitados e reconhecidos, ou mesmo um espaço para troca de experiências. E lembrando que não precisa saber programar para isso, é nas comunidades também que se produzem os manuais, tutoriais, aonde se pode ajudar usuários iniciantes, realizar traduções. E tudo isso é muito reconhecido e respeitado por todos das comunidades, independente se você se formou em computação, história, letras, administração, física, biologia, etc. Um ótimo exemplo disso é a Wikipédia, uma grande comunidade de cultura livre, que é criada coletivamente por quem quiser contribuir, todos podem ajudar - e certamente a maioria não faz parte do grupo de "programadores/as".

Fontes

PÁGINA 6

responsável: TCP

título

Gratuidade

texto

Liberdade e gratuidade em software são conceitos distintos. Quando se fala de liberdade nos universos do software e da cultura livres, fala-se principalmente do respeito às regras da página 3, em "Quais são as 4 liberdades?". Gratuidade, por sua vez, é o simples fato de não se precisar pagar pelo software ou conteúdo.

Todo software livre é gratuito? Não necessariamente. Quando dizemos que no software livre deve-se garantir o acesso a seu código fonte, isso quer dizer que este direito é garantido a todas aquelas pessoas que tiverem acesso ao seu "binário" (ou executável). Dessa forma, se você tem acesso ao executável (por exemplo o instalador do firefox), então você tem o direito a ter acesso ao código fonte. Mas, antes de ter acesso ao binário não necessariamente você tem esse direito. Assim, é possível que você opte por vender algum software livre e só então distribuir o código fonte.

Claro que todas as pessoas que tiverem acesso aos binários e, consequentemente, ao código fonte, poderão redistribuí-los livremente, mas isso não vai impedir que você continue realizando a venda do produto - o que geralmente vem atrelado à venda de um pacote de serviços como instalação, personalização, manutenção, suporte, etc.

Fontes

PÁGINA 7

responsável: TCP

título

Mas como se sustenta o mercado do SL?

texto

No mercado de trabalho do SL o foco deixa de ser o produto e passa a ser a relação com o cliente. É uma lógica totalmente diferente pois ao invés de segredo e competição, característicos de um software proprietários, tem-se o acumulo de conhecimento e a cooperação. Ou seja, ao invés de a riqueza se concentrar em poucas mãos, no software livre ela é distribuída -- acompanhada de emprego, renda e conhecimento gerados por ele -- para desenvolvedores, prestadores de serviços e até usuários finais.

Nesse novo paradigma, existem inúmeras alternativas para se fazer dinheiro. Além do desenvolvimento do software em si, pode-se oferecer serviços como consultoria, treinamento, documentação, suporte, manutenção, implantação de sistemas, adaptação de softwares, traduções, credenciamentos de pessoas capacitadas, entre outras necessidades que cada projeto demanda, inclusive aquelas que nem surgiram ainda.

PÁGINA 8

responsável: Leo Leite

título

Casos de sucesso de Software Livre

texto

Os casos de sucesso incluem empresas que se beneficiaram pela adoção de software livre, e também por empresas que contribuem para o desenvolvimento de softwares livres que agregam valor a seus negócios.

  • Facebook

Utiliza e contribui para sistemas livres que mantém a enorme infraestrutura da empresa funcionando. Exemplo: Cassandra, um banco de dados projetado para ambientes de grande escala.

  • Google

Apoia o desenvolvimento de diversos softwares livres, como o Android (sistema operacional baseado no GNU/Linux adaptado para celulares), o Chromium (navegador web), a linguagem de programação Python (amplamente utilizada em seus próprios sistemas), dentre outros.

  • IBM

Utiliza software livre na administração da infraestrutura de redes. Também contribui para importantes projetos livres, como o Eclipse, um ambiente para desenvolvimento de software.

  • DreamWorks

Recebeu uma premiação no Annies 2008 (uma espécie de Oscar da animação) pelo trabalho inovador com Linux e software livre.

  • Disney

Desenvolvedora e usuária do Panda3D, uma ferramenta para a criação de jogos 3D.

  • Banco do Brasil

Desde 2001 vem instalando nos seus computadores a plataforma GNU/Linux e o Software Livre. Em 2006 o banco economizou aproximadamente 20 milhões de reais com a instalação de Software Livre e do GNU/Linux, nos mais de 65 mil terminais financeiros das suas agências.

  • Caixa Econômica Federal

De acordo com a própria Caixa: “O uso do Software Livre na CAIXA é uma decisão estratégica, plenamente alinhada com seus propósitos de Banco 100% público, que integra negócios financeiros, sociais e de desenvolvimento urbano.” Dentre os benefícios trazidos pelo uso de software livre, listados pela Caixa, destacam-se: segurança da informação, independência de fornecedores, e economia de recursos.

  • Petrobrás

Já adota a suite BrOffice para a produção de seus documentos.

  • Governo do Paraná

O Governo de Paraná, sob o comandado de Roberto Requião, investiu pesado na política de Software Livre economizando nos primeiros quatro anos de governo (de 2004 até 2008), a quantia de 167 milhões de reais através da medida de não adquirir Softwares nem SOs proprietários. Em 2007, o Paraná também aprovou uma lei que estabelece o formato ODF (utilizado pelo Libre Office) como padrão preferencial de documentos eletrônicos do Governo do Paraná.

  • Wikipedia   Haydée: precisa desenvolver este item     Diego: Retirei da diagramação final por não ter texto e por falta de espaço  

Fontes

  • Dreamworks
http://en.wikipedia.org/wiki/DreamWorks
  • Banco do Brasil
http://designfree.wordpress.com/2008/01/09/44-a-gratuidade-do-software-livre-e-outras-vantagens/#sdfootnote2sym
  • Caixa Econômica Federal
http://www.4linux.com.br/files/debora.lavinia/Folder_SL_CAIXA_8junho2009_revisado.pdf
  • Petrobras
http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2010/03/22/petrobras-adota-o-software-livre-broffice-org/
  • Gov. Paraná:
http://designfree.wordpress.com/2008/01/09/44-a-gratuidade-do-software-livre-e-outras-vantagens/
http://www.broffice.org/lei_do_odf_sancionada_no_parana

PÁGINA 9

responsável: Haydée

título

Vantagens e desvantagens do Software Livre

texto

VANTAGENS

Programas e códigos-fonte disponíveis possibilitam:

  • Ser possível estudá-lo e adaptá-lo, simplificando e desenvolvimento de personalizações, pois não precisam partir do zero.
  • Redução significativa de custos de desenvolvimento (R$ homem/hora), já que se parte do conhecimento acumulado disponível.
  • Surgimento de empresas/negócios que reduzam a dependência tecnológica de empresas estrangeiras, com consequente desenvolvimento de tecnologia nacional.
  • Menor custo de implementação pelo não pagamento de licenças, que implica redistribuição de riquezas, renda e conhecimento.   Léo: hummm... dá impressão de que o desenvolvedor é mal pago; sugiro retirar     Diego: Fiz uma alteração, ficou melhor Léo?  
  • Estabelecimento de uma dinâmica positiva de geração e compartilhamento de conhecimento.
  • Ser analisados por milhões de pessoas ao redor do mundo, melhorando sua qualidade.
  • Programas e códigos-fonte desenvolvidos, analisados e usados por grande diversidade de pessoas possibilitam:
  • Identificação e correção de mais bugs em menos tempo o que gera maior estabilidade e segurança dos sistemas operacionais.
  • Situações de uso e necessidades variadas que geram demandas que incrementam as funcionalidades para versões posteriores.
  • Livre-concorrência de fato, pois finalmente têm-se vários possíveis fornecedores para o mesmo produto.   Léo: Completando: "O cliente não fica mais preso a um único fornecedor após a primeira aquisição"  
  • Redução de preços para o consumidor por consequência da concorrência e também porque não haverá necessidades de pagar por novas versões/atualizações, como no caso do software proprietário.
  • Melhor qualidade (inclusive da documentação) pois espera-se que o desenvolvedor seja mais cuidadoso no seu trabalho pois terá o mundo inteiro avaliando-o, além de que haverá certa “seleção natural” dos melhores softwares pelos usuários.
  • Para os fornecedores, os custos quanto os riscos associados ao desenvolvimento do software são diluídos entre os diversos concorrentes.

DESVANTAGENS

  • Há receio de que o software livre deixe de ser mantido ou que deixe de haver suporte para ele no futuro. Entretanto, a disponibilidade do código-fonte alivia esses problemas e é possível que as empresas forneçam garantias a seus clientes quanto a essa questão.   Léo: Empresas também podem descontinuar software... embora tá certo q o contrato inicial possa garantir algum tempo de suporte... mas isso normalmente não acontece com software destinado ao público em geral  
  • Há dúvidas sobre a viabilidade econômica do desenvolvimento de software livre, situação contornada pela alteração do modelo de negócio – deixa-se de focar o produto para focar-se o serviço.
  • A existência de patentes de software é considerada desvantajosa   Léo: que tal "uma ameaça" ?   para a comunidade e o mercado de software como um todo.

Fontes

PÁGINA 10

responsável: Leo Leite

título

Por onde começo a usar Software Livre?   Léo: Como parece que o texto ficou grande vou marcar os tópicos que considero não-preferenciais  

texto

Você provavelmente já usa!

Diretamente (utilizados em sua máquina):

  • FireFox

navegador web

  • Android

Sistema operacional para celulares (baseado no GNU/Linux)

Indiretamente (utilizados nos servidores web):

  • Apache

Servidor de páginas web

  • MySQL

Banco de dados

  • GNU/Linux   Léo: não-prioritário (pode ficar meio confuso ele aqui!)  

Sistema operacional

Alguns softwares livres para você utilizar no dia a dia:

  • Libre Office

Uma suite de programas de escritório, como edição de texto, planilhas, e apresentações de slides. http://broffice.org/

  • Gimp

Edição de imagens, como fotos. www.gimp.org/

  • Inkscape

Edição de imagens vetoriais (manipulação de linhas, curvas etc). Útil para produção de cartazes. http://inkscape.org/

  • VLC

Player de vídeo útil por suportar enorme variedade de codecs. Ou seja: você pode assistir qualquer formato de vídeo facilmente. http://www.videolan.org/

  • TuxGuitar

Para quem toca violão ou guitarra: o software toca a tablatura/partitura enquanto você acompanha. Muito útil para criar e registrar suas próprias composições. http://tuxguitar.herac.com.ar/

  • Stellarium   Léo: não-prioritário  

Planeje sua observação astrônima: saiba a posição dos astros no céu! http://www.stellarium.org/pt/

  • Blender   Léo: não-prioritário (mas dentre os não-prioritários acho o mais legal de se citar!)  

Poderosa ferramenta para criar animações 3D. http://www.blender.org/

  • Audacity   Léo: não-prioritário  

Editor de áudio. Permite manipular arquivos como mp3 para, por exemplo, cortar ou juntar trechos de áudio. http://audacity.sourceforge.net/

  • Code Blocks

Ambiente de programação para linguagem C. Útil para estudantes de exatas já no primeiro ano. http://www.codeblocks.org/

PÁGINA 11

responsável: Haydée

título

Formas de colaboração

texto

  • programação: Se você sabe programar em alguma linguagem e se interessa em desenvolver código-fonte, basta colaborar com os códigos-fonte existentes e disponíveis nos repositórios. Pode ser uma contribuição pequena ou mesmo uma otimização de alguma implementação dada.
  • documentação: Existe algo além do próprio código-fonte que é a tal documentação. Trata-se tanto de “manuais” para o usuário, quanto diagramas e comentários no próprio código que ajudam aos programadores que querem começar a contribuir com o desenvolvimento do software. Esta parte não é feita em linguagem de programação, sendo que qualquer usuário experiente pode contribuir para a documentação voltada aos usuários.
  • tradução: Em geral os códigos-fonte e documentações são feitos em inglês, mas isso não é obrigatório e nem todo mundo sabe inglês. Assim, é possível contribuir traduzindo da língua que você queira para a que deseje a documentação ou página no projeto.
  • suporte: É o auxílio que se dá mais do ponto de visto do usuário, com o que já foi desenvolvido, como na instalação e atualização de softwares, elaboração de guias e tutorias, contribuições em fóruns e canais (IRC) na internet. Para isso, não é necessário saber programar, mas apenas saber bem como usar e lidar com determinado programa.
  • ser usuário: Sim, basta simplesmente você usar o software que já é uma forma de colaboração. Melhor ainda se você der algum feed-back como por exemplo, reportando erros, dizendo quais dificuldades teve, quais facilidades seriam desejáveis, etc.
  • divulgação: Aqui há um mundo de possibilidades! Cursos, elaboração de páginas e materiais, distribuição (física ou virtual) de materiais, listas de discussão, entre outros.
  • doação: Também é possível contribuir para com bens materiais: doações financeiras para projetos ou fundações, financiamento de eventos de divulgação ou de materiais, como este.

PÁGINA 12

responsável: Diego

título

Referências

texto

PÁGINA 13

responsável: Haydée

título

PoliGNU - Grupo de Estudos de Software Livre da Poli/USP

texto

O PoliGNU é um grupo formado por estudantes de diversos cursos da Escola Politécnica, bem como de outros cursos da USP, que se dedicam ao desenvolvimento e à divulgação de tecnologia, software e cultura livres, especialmente no que se relaciona à engenharia. O grupo já tem mais de três anos de existência e é aberto à participação de quaisquer interessados(as).

Promovemos diversas oficinas, de acordo com a demanda e disponibilidade de pessoas para dá-las. Em 2011, por exemplo, contamos com Python, Blogs, CSS, Expressões Regulares, HTML5, Raspagem de Dados, etc. Realizamos também bate-papos sobre temas atuais como "Hackers e Crackers", Java, Acessibilidade, Transparência, entre outros.

Além disso, promovemos atividades em parceria com outros grupos como o CCSL-IME (curso de LaTeX - um poderosa ferramenta de produção de texto). Temos também um projeto de desenvolvimento de uma ferramenta CAD (de desenho) livre, ou seja, com código fonte aberto, que pode receber contribuições e ser replicado.

Se algum destes temas lhe despertou qualquer interesse, nos procure. Se algum tema que lhe interessa não está aqui mas você gostaria de saber mais, contate-nos e sugira!

Temos um e-group, aberto aos(às) interessados(as): polignu@googlegroups.com

Site: http://polignu.org/

Email de contato: poli@gnu.org

Contamos com você em 2012 para fazer da cultura universitária uma cultura livre!